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Setor de Projetos

Todo erro vira prejuízo.
Projetos é onde ele para.

Conferência antes do orçamento fechar. Logística antes do caminhão sair. Para quem fabrica e instala sob medida.

Divisórias, marcenaria, serralheria, esquadrias — quem produz peça grande e entrega em obra.

O que aconteceu na prática

  • R$ 7.000de prejuízo evitado numa obra: a conferência apontou 10 metros de divisória a menos no orçamento, num serviço de 90 m².
  • 1 dia útilera a espera para saber se um módulo passava no elevador. O projeto parava até a resposta voltar; hoje ela vem em segundos.
  • 1.620 m²medidos em 44 obras, desde agosto — enquanto a ferramenta era usada de verdade, não demonstrada.

Não foi feito para vender. Foi feito porque a dor era nossa — e roda todo dia numa empresa de divisórias desde agosto de 2026.

Por que este setor

Projetos é o cérebro
da operação.

É onde o erro do comercial é pego antes de virar pedido, onde se avalia o que dá para produzir de verdade, e onde o romaneio nasce. Também é onde chegam os erros de todo mundo — inclusive os nossos.

  • erro do comercialvendeu o que não é possível produzir, ou mediu por cima
  • erro da fábricacortou fora da medida, trocou o material, inverteu o lado
  • erro do montadorentendeu o desenho de outro jeito, improvisou na obra
  • erro do clientemudou o layout depois de aprovado, liberou a área errada
  • erro nossoporque também erramos — e é aqui que a gente descobre

Cada um deles, se passar daqui, sai do lucro.

Não é o preço da venda que define a margem — é quanto erro atravessou o processo sem ser pego. E o setor que decide isso é o mesmo que, na maioria das empresas, trabalha com papel, planilha e memória.

É esse setor que a gente instrumentou primeiro. Não por estratégia comercial — por ser onde a nossa própria conta doía.

Novo — o setor inteiro

A obra no centro,
as ferramentas dentro dela.

Cada pedido é uma obra, com número e etapa. Dentro dela ficam a metragem, o cálculo do elevador e o plano de corte — e tudo o que é feito ali fica ali, com autor e data. Um login, uma lista, nenhum arquivo solto no computador de alguém.

  1. 01

    Medição

    a obra entra, as paredes são levantadas

  2. 02

    Executivo

    o projeto é conferido contra o pedido

  3. 03

    Romaneio

    o que a fábrica vai cortar sai daqui

  4. 04

    Fábrica

    produção e entrega, com o que sobrou registrado

Metragem

Parede a parede, com desconto de porta e a conferência contra a metragem do pedido.

Passa no elevador?

Abre com a obra preenchida, avisa se aquele prédio já foi medido e guarda o resultado na obra.

Plano de corte

Chapa de MDF e de vidro, veio, fita de borda e o PDF que vai para a serra.

O aviso do que fugiu do comum.

“Romaneio desceu, mas está com pendência dos vidros.” “Projeto enviado parcialmente.” Cada observação fica presa a uma etapa e aparece na lista de obras, antes de alguém abrir o pedido — e só sai da frente quando alguém resolve. Na página inicial do Setor, quatro indicadores resumem o dia (metragens, elevadores, planos de corte e obras com observação em aberto), e cada um leva direto ao painel ou à lista que resume.

Em uso real, não em demonstração.

O pipe entrou em operação num setor de projetos de divisórias em setembro de 2026, com as obras e as metragens do sistema anterior migradas e conferidas uma a uma — mesma área total, ao milímetro. Quem testa antes do cliente é a gente.

As ferramentas continuam sendo vendidas separadamente. O pipe é para quem quer o setor inteiro num lugar só — e quem começa por uma delas entra no pipe depois, com os dados que já tem.

Os sistemas

Quatro momentos em que
o erro ainda tem conserto.

Antes de cortar, na hora de cortar, antes de subir e na hora de entregar. Fora desses pontos, corrigir custa material, viagem e prazo — quando não custa o cliente.

Metragem

Uma parede esquecida custa mais que o sistema.

Confere a metragem da obra antes de o orçamento fechar. Cada parede com vão, pé-direito e portas descontadas — o total sai da conta, não da conferência de quem estava atento naquele dia.

  • Área por parede, com desconto automático de porta
  • Montador de legenda por linha, material e acabamento
  • PDF por obra e consolidado por período
  • Comparação com a metragem do pedido — o alerta de divergência

Passa no Elevador

Saber se passa, sem esperar um dia útil para descobrir.

Diz se o módulo entra no elevador — em 3D, testando as três formas de entrar. E guarda o cadastro dos prédios já medidos, para ninguém subir com a trena duas vezes no mesmo lugar.

  • As três manobras testadas: de frente, na diagonal e no giro
  • Cadastro dos elevadores da equipe, com os obstáculos da cabine
  • Lista da obra inteira calculada de uma vez
  • Ficha do elevador para mandar no grupo da obra

Plano de corte

A chapa rende o que o plano deixa render.

Distribui as peças na chapa com cortes de guilhotina — os que a seccionadora executa de verdade. Respeita o veio, calcula a fita de borda e diz o que sobra aproveitável, em vez de virar retalho no fundo da fábrica.

  • Chapas padrão de MDF e de vidro, com a perda de cada ferramenta
  • Veio respeitado — a chapa gira, a digitação não manda
  • Fita de borda por peça e a metragem a comprar, com a perda da coladeira
  • PDF com cada chapa desenhada, peça numerada e posição

Work+

Onde a venda vira entrega.

Leva o que Projetos definiu até a obra e volta com a prova. Ordem de serviço de campo com medição, execução e entrega assinada — para o erro que aparece na instalação também ter onde ser registrado.

  • OS de campo com prova de entrega (foto + assinatura)
  • Medição que libera a obra — mata o retrabalho
  • Radar de obra parada avisa antes do cliente cobrar
  • Produtividade e retrabalho por equipe

Cada um resolve um momento diferente do mesmo problema.

Cada um funciona sozinho e tem preço próprio. Levando dois, o segundo sai com 30% de desconto — qualquer combinação. Eles se conversam: o que foi conferido num é o que precisa subir no outro, e o que sobe é o que vai ser instalado.

Ver os preços

Funcionalidades

O que já está
dentro de cada um.

Lista do que existe hoje, agrupada pelo momento do trabalho. O que ainda está no roteiro aparece mais abaixo, dito como roteiro.

Metragem

Medir

  • Área por parede, com desconto automático de porta e vão
  • Pé-direito por ambiente — o mesmo projeto com alturas diferentes
  • Linhas, materiais e acabamentos montados por legenda
  • Portas por movimento (abrir ou correr), com ferragem e fechadura da linha
  • Requadro, banda e arremate contados junto com a chapa

Conferir

  • Metragem projetada × metragem do pedido, lado a lado
  • Alerta de divergência antes de o orçamento fechar
  • Histórico por obra: o que foi medido, quando e por quem

Entregar

  • PDF por obra, pronto para anexar no orçamento
  • Consolidado por período — quanto foi medido no mês
  • Romaneio para a fábrica, com a quantidade por peça
Passa no Elevador

Calcular

  • As três manobras testadas: de frente, na diagonal e no giro
  • Busca de caminho, não só de encaixe — caber na cabine não é entrar por ela
  • Ângulo de inclinação, giro e torção informados para quem vai carregar
  • Folga de segurança configurável por equipe
  • Margem de embalagem embutida no cálculo, sem poluir a tela

Cadastrar

  • Elevadores por prédio e por obra — ninguém sobe com a trena duas vezes
  • Obstáculos da cabine: corrimão, espelho, botoeira saliente, teto rebaixado
  • Reaproveitamento entre obras no mesmo endereço

Usar na obra

  • Lista da obra inteira calculada de uma vez
  • Ficha do elevador imprimível, para mandar no grupo da obra
  • Registro do teste real: o que o programa disse × o que aconteceu
  • Taxa de acerto do motor visível — inclusive quando erra
Plano de corte

Montar

  • Chapas padrão de MDF (1830 × 2750) e de vidro (3200 × 2200, 3200 × 2400, 3210 × 2510), ou outra medida
  • Perda de cada ferramenta: serra de 3 mm no MDF, cortador de no máximo 1 mm no vidro
  • Veio em pé ou deitado — a chapa segue o veio, não a ordem em que a medida foi digitada
  • Vidro de 5 a 10 mm, sem veio, com a chapa escolhida sozinha pela que gasta menos
  • Botão "Sem veio" para o plano inteiro de MDF: as peças giram e o sistema testa a chapa em pé e deitada, ficando com a que gasta menos
  • Peças coladas do Excel, de .xlsx ou .csv, com prévia antes de entrar

Calcular

  • Cortes de guilhotina, de ponta a ponta — os que a seccionadora executa de verdade
  • Chapas, aproveitamento, perda e metros de corte do plano inteiro
  • Fita de borda marcada lado a lado em cada peça, com a metragem total
  • Fita a comprar já com a perda da coladeira
  • Retalho útil listado por chapa, em vez de virar sobra esquecida
  • Peça maior que a chapa marcada em vermelho antes de chegar na serra

Entregar

  • PDF para a fábrica: uma página por chapa, peças numeradas, posição e rotação
  • Histórico dos planos, que reabre exatamente como foi para a serra
  • Dentro da obra, no pipe, ou sozinho, para quem só quer a chapa rendendo mais
Work+

No campo

  • Ordem de serviço com prova de entrega: foto e assinatura do cliente
  • Medição que libera a obra — a etapa seguinte só abre depois dela
  • Checklist por etapa, para o processo não morar na cabeça de alguém

Na gestão

  • Radar de obra parada: avisa antes de o cliente cobrar
  • Produtividade e retrabalho por equipe
  • Portal do cliente por link, sem login e sem instalar nada

Como é construído

Não é planilha
com botão bonito.

O que está escrito abaixo é o que sustenta o número que a ferramenta te dá. E o que ainda não está pronto está dito como ainda não pronto.

Motor geométrico próprio

em uso

A decisão do elevador não sai de tabela nem de regra de bolso: é um sólido girando em três eixos dentro da cabine, testado contra o vão da porta. E o motor procura o caminho, não só o encaixe — caber lá dentro não significa conseguir entrar.

Margem de segurança embutida

em uso

Toda peça entra na conta um pouco maior do que foi digitada, para absorver embalagem e erro de digitação. A margem não aparece na tela, para ninguém tentar compensar duas vezes — e o veredito sai pelo lado seguro.

Calibração contra a realidade

em uso

Cada previsão pode ser confrontada com o que aconteceu na obra, com um clique. O sistema mostra a própria taxa de acerto e separa os dois tipos de erro, porque errar dizendo "não passa" custa uma escada e errar dizendo "passa" custa o caminhão já subido.

LLM lendo os erros para ajustar a folga

no roteiro

A leitura automática das divergências já está montada, e liga quando houver massa de teste suficiente. Ela cruza o texto de quem registrou — "o corrimão atrapalhou", "o teto era mais baixo" — com as medidas, e propõe a folga que teria acertado. Ligar antes disso seria opinião com cara de cálculo.

O modelo é aberto

em uso

Existe um documento que explica como o cálculo decide, incluindo o que o modelo NÃO resolve. Quem assina o projeto precisa saber o limite da ferramenta que está usando — uma caixa-preta que erra é pior do que não ter ferramenta.

Monitoramento proativo

em uso

Cada sistema responde a uma checagem que passa pelo banco. Se parar, o alarme dispara sozinho; se der erro em produção, a mensagem chega no celular com a tela e a operação em que aconteceu. Na maioria das vezes a gente sabe antes de você.

Auditoria antes de subir

em uso

Nenhuma versão vai para o ar sem passar por uma bateria de conferência. É mais barato achar o problema antes de a sua equipe encontrá-lo no meio de uma obra.

Cada empresa vê só o que é seu

em uso

Os dados são separados por empresa desde o banco, não por filtro de tela. O cadastro de elevadores e as obras da sua equipe ficam da sua equipe — inclusive de nós, no dia a dia.

Ferramenta de projeto que erra calada é pior do que não ter ferramenta.

Por isso o sistema mostra a própria taxa de acerto, separa os erros por custo e publica o modelo de cálculo. Quem assina o projeto continua sendo você — o nosso trabalho é te dar um número que dá para defender, e o limite dele junto.

Sob medida

O ramo muda.
O problema é o mesmo.

Os cases vieram de divisórias, que é onde a dor era nossa. Mas quem fabrica peça grande sob medida e entrega em obra vive a mesma conta.

Divisórias

Painel, requadro e porta: a peça é grande e a obra é em andar alto.

Marcenaria

Módulo pronto que precisa subir inteiro — ou ser cortado e perder acabamento.

Serralheria

Estrutura metálica que não dobra: ou entra na manobra certa, ou volta.

Esquadrias

Vão medido no papel × vão que existe na obra, com o vidro já comprado.

Vidraçaria

Peça que não admite retrabalho: errou a medida, errou a chapa inteira.

Móveis planejados

Projeto aprovado pelo cliente que precisa virar romaneio sem tradução manual.

O que muda de empresa para empresa.

"As nossas linhas são outras" é a objeção certa — e é exatamente o que se configura.

As suas linhas e materiais

Linha, material, acabamento e ferragem são cadastrados do jeito que a sua empresa nomeia. A legenda que sai no PDF é a que o seu montador já sabe ler.

As suas regras

Que fechadura vale em que linha, que movimento aceita que ferragem, o que some da tela quando a porta é cega. As travas do seu processo entram como trava do sistema, não como treinamento.

A folga da sua equipe

A margem de segurança do elevador é da sua operação, não nossa. Quem carrega no braço trabalha com uma folga; quem usa carrinho, com outra — e ela se ajusta pelos testes reais que a sua equipe registra.

O documento que você entrega

O PDF da obra, o romaneio da fábrica e a ficha que vai no grupo saem com o seu layout e a sua marca. É o seu cliente que vai receber, não o nosso.

A integração com o que já existe

ERP, planilha de orçamento, sistema de pedidos. Se o dado já está em algum lugar, o objetivo é buscá-lo de lá em vez de digitar de novo — cada digitação repetida é uma chance de divergência.

O módulo que só você precisa

O que for específico da sua operação vira escopo próprio, com prazo e valor definidos antes de começar. Você decide se entra agora, depois, ou não entra.

A configuração entra na implantação. O que é do seu ramo — linhas, ferragens, folga, layout — é levantado no diagnóstico e já sai configurado. Você não recebe um sistema vazio para preencher sozinho.

Conta seu processo pra gente

Preços

Preço por sistema,
não por cabeça.

A equipe inteira usa pelo mesmo valor. Sua operação cresce sem a conta crescer junto — e sem fidelidade, porque prender cliente por contrato é confissão de que o produto não segura sozinho.

Onde o case aconteceu

Metragem

R$ 189,00/mês

Para quem orça em metro quadrado e não pode errar a conferência.

  • Área por parede com desconto de porta e vão
  • Legenda por linha, material e acabamento
  • Projetado × pedido, com alerta de divergência
  • PDF por obra e consolidado por período
  • Usuários da equipe inclusos
Quero o Metragem

Passa no Elevador

R$ 149,00/mês

Para quem precisa saber se o módulo sobe antes de o caminhão sair.

  • Cálculo 3D nas três manobras
  • Cadastro dos elevadores da equipe
  • Lista da obra inteira de uma vez
  • Ficha imprimível para o grupo da obra
  • Calibração pelos testes reais da equipe
Quero o Passa no Elevador

Plano de corte

R$ 89,00/mês

Para quem corta chapa e quer que ela renda — MDF ou vidro.

  • Cortes de guilhotina que a seccionadora executa
  • Veio, fita de borda e fita a comprar
  • Chapas padrão de MDF e vidro
  • Retalho útil e PDF por chapa para a fábrica
  • Importa as peças do Excel
Quero o Plano de corte

Work+

R$ 279,00/mês

Para quem precisa de prova do que foi entregue em campo.

  • OS de campo com foto e assinatura
  • Medição que libera a obra
  • Radar de obra parada
  • Produtividade e retrabalho por equipe
  • Portal do cliente por link
Quero o Work+

Levando dois, o segundo sai com 30%.

Vale para qualquer combinação, e o desconto cai sobre o de menor valor. Eles se conversam: o que foi conferido num é o que precisa subir no outro, e o que sobe é o que vai ser instalado.

  • Passa no Elevador + Plano de corteeconomia de R$ 26,70/mêsR$ 211,30/mês
  • Metragem + Plano de corteeconomia de R$ 26,70/mêsR$ 251,30/mês
  • Metragem + Passa no Elevadoreconomia de R$ 44,70/mêsR$ 293,30/mês
  • Work+ + Plano de corteeconomia de R$ 26,70/mêsR$ 341,30/mês
  • Work+ + Passa no Elevadoreconomia de R$ 44,70/mêsR$ 383,30/mês
  • Work+ + Metragemeconomia de R$ 56,70/mêsR$ 411,30/mês
  • Setor completo — os quatroeconomia de R$ 157,00/mêsR$ 549,00/mês

Setor Projetos — o pipe completo

A obra no centro e as três ferramentas dentro dela, com as etapas, os avisos por etapa e a equipe num login só. O preço sai do diagnóstico: ele depende de quantas obras por mês, quantas pessoas e do que existe hoje para migrar.

Quero o setor inteiro

Implantação: cobrada uma vez, no início, e orçada no diagnóstico — cobre o levantamento das suas linhas e regras, a configuração, a migração das obras que você já tem e o treinamento da equipe. O valor sai do escopo, porque cobrar antes de entender a operação seria chute. Prazo de 4 a 6 semanas.

Licença perpétua: o sistema é seu. Se um dia encerrarmos a relação, ele continua sendo seu — você não perde a ferramenta junto com o contrato.

30 dias de suporte assistido após a entrega · Sem taxa por usuário · Sem fidelidade

Todo erro vira prejuízo.
Projetos é onde ele para.

Implantação em 4 a 6 semanas. Garantia de funcionamento. O sistema é seu.

Sem compromisso — o diagnóstico não obriga a fechar.